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Fotografia digital
 Em meados da década de 90 (do séc. XX), surgiu um novo formato fotográfico, conhecido por fotografia digital. É uma tecnologia ainda com grandes capacidades de evolução, mas já muito aplicada.
A máquina fotográfica digital elimina os negativos, pois regista a imagem (em formato numérico digital) num disco interno e transfere os dados directamente para o computador, onde poderá ser posteriormente tratada (as imagens também se podem visualizar directamente numa televisão).
Além da vantagem de registar a imagem directamente, sem necessidade de proceder ao seu processamento laboratorial e às consequentes perdas de tempo, este processo é mais ecológico pois elimina os sais de prata comuns à fotografia tradicional, cujo processamento químico é poluente e começam a escassear, o que tem elevado os preços do papel e dos filmes.
As desvantagens apontadas e este novo sistema, no seu início, eram o seu alto custo (ainda é), pois algumas câmaras digitais profissionais de médio-formato mais sofisticadas podem ter preços acima dos cinco mil contos/25000 euros (actualmente as câmaras digitais mais acessíveis, embora bastante básicas, custam cerca de 50 contos/250 E); a duração do tempo de registo que era de cerca de 64 imagens por minuto nas câmaras mais baratas, enquanto numa máquina tradicional sofisticada se podem fazer 4 ou 5 disparos por segundo (actualmente - 2004/2006 - já existem câmaras digitais de disparo contínuo); a abertura máxima das câmaras, que é de cerca de f 2; a capacidade de armazenagem das fotografias, que é variável, mas nos modelos mais económicos era de 28 imagens no formato dito de alta resolução (2240x1500 pixels) e de cerca de 220 imagens em formato normal (320x240 pixels).
Entre as desvantagens estão também a pouca autonomia das câmaras, pois consomem muita energia; a impressão em papel, que não é ainda a ideal, nem é possível imprimir em grandes formatos com tanta definição como a fotografia tradicional e por fim a pouca resolução das imagens (jpg) nas câmaras mais baratas, que é a suficiente para trabalhos vulgares como relatórios pessoais, apresentações multimédia, etc., mas com pouca resolução para boas impressões gráficas ou trabalhos que precisem de grande qualidade fotográfica, que necessitam de resolução TIFF ou RAW.
Com grande difusão actualmente, estão também as câmaras digitais (numéricas) mistas que tanto podem registar imagens vídeo (embora com tempo limitado) como imagens foto-numéricas. Estas câmaras permitem editar as imagens imediatamente quer em computadores quer em televisão. Permitem também (como os últimos modelos de câmaras fotográficas digitais) impressão sem passar por um computador, através de ligação directa a uma impressora.
Mas, na sociedade actual em que a evolução tecnológica é extremamente rápida, todos estes "problemas" iniciais serão resolvidos e este sistema será normalizado rapidamente, sendo já extremamente útil especialmente para fotógrafos que trabalhem em jornais diários, ou em agências noticiosas, pois o resultado é imediato. Basta "tirar" a fotografia, ligar a máquina a um computador (que pode ser portátil), e envia-la via "modem" nalguns segundos para qualquer local do mundo. Ou então, realizar reenquadramentos, retoques, modificar ou alterar partes ou o todo, ilustrar um texto ou imprimi-la directamente. E ainda fotografar (?) com telemóvel e enviar a imagem por SMS ou mail, ou guardar a mesma no computador.
Isto não significa o fim dos formatos "tradicionais", que irão de certeza conviver muito tempo com os novos formatos. A própria fotografia a preto e branco, descendente directa dos primórdios da fotografia sobrevirá com os seus sais de prata e câmaras escuras e todo o fascínio do seu processo.
- A partir de meados de 1999 foram comercializadas novas câmaras generalistas com 1280x1024 (1,5 milhões de pixels) 1600x1200, 1712x1368 e 2240x1500 pixels e capazes de fotografar à velocidade de 3 ou mais imagens/segundo.
Em 2005 o padrão médio das reflex digitais era de 3456 x 2304 / 8.0 milhões de pixels. Nas médias compactas 3072x2304 e 7.1 Mp.
Em 2005 as câmaras digitais médias compactas (Nikon Coolpix 7900, Canon PowerShot G6, Olympus C-7070 W Zoom, etc.) tinham como resolução standard um sensor CCD em média de 7,1 milhões de pixels e 3070x2304 pixels de resolução máxima e um preço à volta dos 500 Euros.
Em 2006 o sensor subiu para os 10 Megapixel em média. Mas atenção que o mais importante numa câmara digital, muitas vezes não é a capacidade em pixeis do seu sensor, mas também a sua capacidade de compressão e a qualidade das objectivas.
 
# Informações, sempre actualizadas, sobre câmaras digitais, em:
 
 
 
Category: News | User: A-stim (01.03.2013)
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